Woodley volta a lutar depois de mais de um ano – Diego Ribas

Sem atuar desde março de 2019, Tyron Woodley finalmente vai se apresentar novamente no Ultimate. O ex-campeão dos meio-médios (77 kg) enfrenta Gilbert ‘Durinho’, no próximo dia 30 de maio, na luta principal do show que ainda não tem local confirmado oficialmente. E parece que esse tempo afastado do octógono reacendeu a gana do americano por vitórias.

Em declaração ao seu programa de ‘Hollywood Beatdown’, o lutador, que em sua última apresentação perdeu o cinturão da divisão para Kamaru Usman, quer apagar essa imagem para voltar a vencer. Dessa maneira, o lutador adiantou que está pronto para mostrar sua melhor versão.

“É sempre uma memória a curto prazo. As pessoas só se lembram de você na sua última luta e já faz tanto tempo, é hora de lembrá-las. Estou em um espaço violento. Estou disposto a fazer algumas coisas muito ruins para as pessoas, colocá-las em posições comprometedoras, magoá-las. Literalmente, machuque-as, não apenas vá lá e tente obter a vitória. Não sei se alguma vez estive tão focado durante minha passagem pelo UFC. Não sei se estive tão irritadiço. Hoje eu estava gritando e xingando meus parceiros de treino. É assim que eu sei que estou chegando no momento certo”, explicou, em transcrição do site ‘MMA Fighting’.

A empolgação de Woodley é tão grande que ele prometeu uma atuação avassaladora sobre ‘Durinho’. De acordo com o americano, sua intenção é fazer o brasileiro se arrepender de ter pedido esse duelo por tanto tempo.

“Você não pode perder isso. Este será um caso claro de alguém pedindo algo que realmente não sabia o que estava pedindo. Eu vou falar m**** com ele, vou dar um soco na cara dele, vou negar todas as quedas, todas as brigas e vou deixá-lo lá fora e vai ser como: ‘M***, por que o UFC me escalou contra esse cara?’. As pessoas vão se sentir mal por ele”, completou.

Aos 38 anos, o americano conquistou o cinturão da divisão em 2016, em triunfo sobre Robbie Lawler. Na carreira, o lutador soma 19 vitórias e quatro derrotas em seu cartel, não compete profissionalmente desde março de 2019, quando perdeu seu posto de melhor do mundo.