500 dias sem ele! Veja o que aconteceu no MMA durante a ausência de Conor McGregor

A última atuação de Conor McGregor no octógono foi em novembro de 2016, quando conquistou o cinturão dos leves (70 kg). Depois disso, o irlandês desafiou Floyd Mayweather para uma superluta de boxe, mas acabou nocauteado. Sem voltar ao UFC desde que se tornou o primeiro lutador a conquistar dois títulos simultaneamente, 'Notorious' perdeu muitos acontecimentos no mundo do MMA. Nesta terça-feira (27), o maior atleta do Ultimate completa 500 dias longe da organização, e a Ag. Fight listou os maiores acontecimentos desse período. - Leandro Bernardes
Em novembro passado, Georges St-Pierre voltou a pisar no octógono depois de quase quatro anos afastado. O canadense lutou como peso-médio (84 kg) e finalizou Michael Bisping na luta principal do UFC 217, o que lhe garantiu o cinturão da categoria. No entanto, cerca de um mês depois da conquista, ‘GSP’ deixou o posto de campeão vago para cuidar de problemas de saúde – Diego Ribas
Depois de sofrer dois nocautes seguidos em suas últimas atuações no UFC, Ronda deu um tempo no MMA. A ex-campeã dos galos (61 kg) se casou e se dedicou a sua carreira de atriz. Contudo, em janeiro passado, a americana anunciou que migraria para a WWE (maior liga de telecatch do mundo). A estreia de ‘Rowdy’ na nova modalidade está prevista para acontecer em abril – Diego Ribas
O UFC criou duas novas divisões para as mulheres. Em fevereiro de 2017 aconteceu a primeira disputa de cinturão dos penas (66 kg). Nesse duelo, Germaine de Randamie derrotou Holly Holm e se tornou a primeira campeã da categoria. Depois disso, a holandesa foi destituída do posto e Cris ‘Cyborg’ conquistou o título em julho do mesmo ano. As mulheres ganharam ainda um novo peso na maior organização de MMA do mundo: o peso-mosca (57 kg). O cinturão inaugural foi conquistado por Nicco Montaño – Rigel Salazar
Durante esses 500 dias sem McGregor no MMA, muitos campeões mudaram no UFC. As maiores mudanças aconteceram entre os médios, que era liderado por Michael Bisping enquanto o irlandês estava ativo. Depois do UFC 217, em novembro passado, o inglês perdeu o título para GSP, que vagou o posto um mês depois por problemas de saúde. Sem que houvesse uma unificação da divisão, Robert Whittaker ocupou o lugar vago. Na divisão peso-galo (61 kg), também houver mudanças: Dominick Cruz foi derrotado por Cody Garbrandt, em dezembro de 2016. Depois disso, ‘No Love’ foi nocauteado na sua primeira defesa por TJ Dillashaw – Diego Ribas
A ausência de McGregor também ficou marcada pelos surpreendentes casos de doping. Em julho de 2017, Jon Jones testou positivo para esteroides no UFC 214. A Comissão Atlética da Califórnia só analisou o caso do ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) em fevereiro passado e decidiu por revogar a licença de lutador do americano, que ainda será julgado pela USADA. Além de ‘Bones’, Anderson Silva também foi flagrado no exame antidoping em novembro passado. O brasileiro ainda aguarda para saber se será punido, assim como Junior ‘Cigano’ que está suspenso provisoriamente desde o último mês de agosto – Diego Ribas
Assim como ‘Notorious’ outros lutadores não subiram mais ao octógono nesse período. No entanto, esses atletas não deixaram o MMA de lado. Roy Nelson, Matt Mitrione, Ryan Bader deixaram o Ultimate pelo Bellator e foram escalados para o Grand Prix que irá coroar o novo campeão dos pesados da organização. Além deles, Phil Davis e Rory McDonald foram outros lutadores que fizeram a mesma troca – Rigel Salazar
Em outubro passado, Demetrious Johnson escreveu o seu nome na história. No UFC 216, ‘Mighty Mouse’ finalizou Ray Borg em sua 11ª defesa de cinturão bem-sucedida. Com esse resultado, o dono do título dos moscas (57 kg) ultrapassou o recorde estabelecido por Anderson Silva e se tornou o maior campeão da história – Diego Ribas
Quem também fez história na sua categoria foi Stipe Miocic. Campeão dos pesados desde maio de 2016, o americano já realizou três defesas bem-sucedidas e quebrou o recorde da divisão. Para se sustentar no posto mais alto da categoria, Miocic deixou para trás grandes nomes como Junior ‘Cigano’, Alistair Overeem e Francis Ngannou. O seu próximo compromisso será contra Daniel Cormier, em uma superluta entre campeões no próximo mês de julho – Diego Ribas
Neste período em que McGregor está fora do UFC, outra campeã chamou a atenção. Em novembro passado, Joanna Jedrzejczyk foi nocauteada por Rose Namajunas na edição 217 do show, em sua sexta defesa de cinturão. A polonesa perdeu a oportunidade de se igualar ao recorde de Ronda Rousey, mas conquistou a tão sonhada revanche. No próximo dia 7 de abril, a lutadora poderá ter o título da categoria de volta – Diego Ribas
Em outubro de 2014, Chan Sung Jung precisou dar um tempo na sua carreira de lutador para servir ao exército da Coréia do Sul, mas McGregor ainda mantinha o seu reinado no UFC. No entanto, depois que ‘Notorious’ pausou a sua história no Ultimate, o ‘Zumbi Coreano’ retornou à maior organização de MMA do mundo e nocauteou Dennis Bermudez na sua reestreia. Mas a história do peso-pena (66 kg) no Ultimate sofreu outra interrupção. Depois de voltar ao octógono em fevereiro de 2017, o lutador se lesionou e segue afastado mais uma vez – Divulgação

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