Dillashaw pede por superluta e provoca McGregor: “Não tenho medo de lutar”

TJ Dillashaw conquistou o cinturão dos galos no UFC 217, em novembro – Diego Ribas


TJ Dillashaw reconquistou o cinturão dos pesos-galos (61 kg) ao nocautear Cody Garbrandt no UFC 217, evento que aconteceu em novembro passado. Apesar de ter retornado ao posto mais alto da categoria, o atual campeão ainda visa alçar voos maiores. E, para isso, o americano tem desafiado o maior campeão da história do Ultimate constantemente para provar que é o melhor lutador de todos os tempos.

Mas antes mesmo de uma hipotética luta contra Demetrious Johnson ser confirmada, Dillashaw já pensa no que vai fazer caso conquiste dois cinturões de categorias diferentes ao mesmo tempo. E nos seus planos o objetivo é fazer algo diferente do que foi visto com o irlandês Conor McGregor, que foi o primeiro lutador no UFC a conseguir tal feito, quando garantiu os títulos dos penas (66 kg) e dos leves (70 kg).

“Essa é uma maneira de colocar um selo no meu legado. Fiquei um pouco chateado por perder por decisão dividida para Dominick Cruz e não conseguir 13 vitórias seguidas e ser o melhor peso-por-peso do mundo. Na minha cabeça, eu deveria ser o número um. Então, tudo se trata de acabar com Demetrious Johnson e provar que sou o melhor. E ainda seria uma grande coisa para mim ser o campeão de duas categorias diferentes. Não sou Conor McGregor. Vou defender os meus títulos. Não tenho medo de lutar”, provocou o campeão dos galos, em entrevista ao site ‘FloCombat’.

‘DJ’ se tornou o maior campeão da história do UFC depois de realizar 11 defesas de cinturão bem-sucedidas, ultrapassando a marca de Anderson Silva. Apesar do recorde, Dillashaw defendeu que o dono do cinturão dos moscas (57 kg) só conseguiu essa marca por enfrentar adversários que não estão à sua altura. Por isso, uma luta entre os americanos seria tão empolgante, de acordo com o próprio lutador, já que qualquer resultado poderia acontecer.

“Sempre falam sobre Demetrious Jonhson e qual recorde ele está prestes a quebrar. Sempre falam de Demetrious Johnson e as suas vitórias consecutivas. Ou o fato de Demetrious Johnson ser o número um do ranking peso-por-peso. Mas nunca falam de Demetrious Johnson e os seus adversários. Agora, ele tem uma chance de perder e isso é assustador para ele. Sou essa pessoa, essa pessoa que vai ser uma ameaça. Você vai ficar colado na televisão, porque pela primeira vez, você não vai saber o que vai acontecer”, analisou o atleta.

Em toda a sua carreira, Dillashaw foi derrotado em três ocasiões. Quando se tornou o campeão dos galos pela primeira vez, em maio de 2014, o americano chegou a defender o seu posto em duas ocasiões, até ser derrotado por Cruz.

Sem dúvida, as mulheres deram o que falar em 2017. Com grandes lutadoras dominando alguns dos principais eventos que aconteceram no ano, é possível criar expectativas para que essas atletas espantem mais uma vez o falso rótulo de "sexo frágil". Dito isso, como são pensar em Cris 'Cyborg', melhor lutadora de todos os tempos. Campeã peso-pena (66 kg), a atleta deve fazer no mínimo duas lutas em 2018 e ajudar na construção de sua categoria - Rigel Salazar
Apesar de ter terminado o seu reinado no último ano, Joanna Jedrzejczyk não deixou de ser uma grande lutadora. A ex-campeã das palhas (52 kg) sofreu o seu primeiro revés na carreira no UFC 217, evento que aconteceu no último dia 4 de novembro, ao ser nocauteada por Rose Namajunas. Contudo, essa derrota não apaga o fato da polonesa ter se mantido como campeã da categoria por mais de dois anos. Para 2018, Joanna já prometeu que vai lutar para recuperar o posto mais alto do UFC, que um dia já foi ocupado por ela. - Diego Ribas
2017 foi um grande ano para Rose Namajunas. A americana sofreu com o 'trash talk' feito por Joanna Jedrzejczyk antes do UFC 217 – evento que aconteceu em novembro passado –, mas mesmo assim a atual campeã das palhas (52 kg) superou a polonesa e conseguiu aplicar um nocaute ainda no primeiro round. Com a vitória, 'Thug' conquistou o cinturão da categoria e se tornou o nome a ser batido no octógono. Para fechar o ano, Rose ainda foi escolhida como a melhor lutadora de MMA do ano. Que venha 2018! - Diego Ribas
No próximo ano, um nome deve se tornar ainda mais forte no mundo das artes marciais mistas: Mackenzie Dern. A recém-contratada do UFC fará a sua estreia no octógono na edição 222 do show, no próximo dia 3 de março, em Las Vegas (EUA). A campeã de jiu-jitsu prometeu que para tornar 2018 ainda melhor para a sua carreira deixará a arte marcial "de lado" para se dedicar integralmente ao Ultimate. Mackenzie é lutadora de MMA desde 2016, e em suas cinco atuações saiu vitoriosa em todas as oportunidades. - Diego Ribas
Fiquem de olho em Jéssica 'Bate-Estaca'. Forte, explosiva e cada vez mais completa, a brasileira vem embalada por contundente vitória sobre Claudia Gadelha no UFC Japão e, com poucas rivais à altura, deve disputar o cinturão dos palhas (52 kg) mais uma vez em breve - Rigel Salazar
Sem subir ao octógono desde agosto passado, Alexa Grasso continuará impressionando os fãs de MMA em suas próximas atuações. A mexicana tem apenas uma derrota como profissional e já mostrou que que tem grandes habilidades quando se trata de luta em pé. Das suas dez vitórias como profissional, quatro foram conquistadas com um nocaute. - Reprodução/Facebook
Mesmo com um ano com altos e baixos, Amanda Nunes fechou 2017 "com chave de ouro". Isso porque a brasileira realizou sua segunda defesa bem-sucedida do cinturão do peso-galo (61 kg) ao derrotar Valentina Shevchenko por decisão dividida dos juízes laterais. Para 2018, o próprio Dana White já prometeu uma superluta entre a 'Leoa' e Cris 'Cyborg', o que com certeza dará o que falar. Antes mesmo do UFC 219, no dia 30 de dezembro, Amanda já havia manifestado o seu interesse em enfrentar a campeã do peso-pena (66 kg) feminino. - Diego Ribas
Este ano será de mudanças para Valentinha Shevchenko. Isso porque a atleta natural do Quirguistão se prepara para descer para a divisão recém-inaugurada do UFC: peso-mosca (57 kg). A lutadora fará a sua estreia no UFC Belém, em fevereiro, e já prometeu que mostrará habilidades muitos melhores agora que estará atuando na sua categoria de origem. Apesar de um histórico ruim em disputas de título, já que foi derrotada por Amanda Nunes em sua única oportunidade na carreira, Valentina assegurou que conquistará o seu espaço na nova divisão. - Diego Ribas
A campeã peso-pena (66 kg) do Invicta FC está na mira de Cris 'Cyborg'. A brasileira já revelou o seu interesse em defender o seu cinturão contra Megan Anderson, o que atraiu olhares para a australiana. Das suas dez atuações como profissional de MMA, a atleta foi derrotada apenas duas vezes e venceu em oito oportunidades, sendo seis por nocaute ou finalização. No que depender da atual campeã do UFC, Anderson poderá fazer a sua estreia na maior organização de MMA do mundo em casa, no UFC 221 que acontecerá na Austrália. - Reprodução/Instagram
Depois de ser derrotada por Jéssica 'Bate-Estaca' na 'Luta da Noite' do UFC Japão, em setembro passado, Claudia Gadelha tirou um período de folga para descansar e focar na sua família. Contudo, no fim de 2017, a brasileira deu um "presente de natal" para os seus fãs e anunciou que já havia retomado os treinos e estava pronta para voltar. 'Claudinha' tem apenas três derrotas como profissional, sendo que duas são para a ex-campeã das palhas (52 kg), Joanna Jedrzejczyk. - Marcelo de Jesus

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