Belfort afirma que Weidman tem muitos pontos fracos e provoca: “Não é louco de trocar comigo”

Carioca disputa o cinturão dos médios no dia 6 dezembro, nos EUA

Autor: Erik Engelhart

Vitor Belfort nocauteou Dan Henderson em sua última luta - Erik Engelhart

Vitor Belfort nocauteou Dan Henderson em sua última luta – Erik Engelhart

Vitor Belfort terá a oportunidade de conquistar o terceiro título pelo UFC, no dia 6 de dezembro, quando disputa o cinturão dos médios (até 84 kg), em Las Vegas (EUA), diante do campeão Chris Weidman.

O carioca de 37 anos sagrou-se campeão do torneio dos pesados (até 120 kg) do UFC em 1997, ao nocautear dois adversários na mesma noite, quando o evento era disputado em formato de GP. Na época, Vitor tinha apenas 19 anos e ganhou o apelido de ‘Fenômeno’ por conta de sua atuação avassaladora.

Em 2004, o brasileiro conquistou o cinturão dos meio-pesados (até 93 kg) ao derrotar Randy Couture, que sofreu um corte no olho e não pode voltar a lutar. Caso vença Chris Weidman e fature o terceiro título em 18 anos de carreira, o que mais poderá motivar Vitor a seguir lutando?

“Me motiva o fato de eu estar há quase duas décadas no esporte treinando e lutando com a mesma intensidade e em alto rendimento. Hoje consegui aliar o talento que Deus me deu com a maturidade e experiência. Conquistei meu espaço em diferentes categorias e isso ninguém pode tirar de você”, disse Vitor, em entrevista exclusiva à Ag. Fight.

Vitor Belfort acredita que Chris Weidman não vai querer trocar com ele, como o americano fez com Anderson Silva e Lyoto Machida, apesar da maior envergadura do campeão.

“Só se ele for louco que vai querer trocar comigo (risos). Estou pronto para pegar mais um título mundial na 3ª categoria diferente da minha carreira. Vejo muitas brechas e já estou estudando o jogo dele desde o ano passado. Não foco no que ele tem de bom, mas sim no ponto fraco e já vimos que ele tem muitos”, concluiu.

Vitor Belfort vem de três vitórias por nocaute, sobre Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson, respectivamente, e essa será a primeira luta do atleta sem o uso de TRT (Terapia de Reposição de Testosterona), desde que foi nocauteado por Anderson Silva em 2011.

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